Boletim eletrônico Nº 740 - Ano XVI - 21 a 28 de junho de 2019

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Seminário sobre Gestão de Risco de Incêndio para o Patrimônio Cultural reunirá especialistas internacionais no Rio de Janeiro

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Entre os dias 26 e 28 de junho, acontece no Rio de Janeiro (RJ) o Seminário Internacional ‘Patrimônio em chamas: gestão de riscos de incêndio para o patrimônio cultural”. Nos dias 26 e 27, o Museu Histórico Nacional/Ibram sedia atividades do seminário.

O seminário aborda o uso de novas tecnologias de segurança contra incêndios em organizações de patrimônio e sobre o papel de gestores no estímulo de uma cultura de prevenção. A proposta é promover uma análise sobre as estatísticas de incêndios, e suas implicações para a tomada de decisões eficazes, as experiências de diferentes países, contextos na gestão de riscos de incêndio e medidas avançadas de segurança contra incêndios para aplicação no patrimônio cultural.

Com palestrantes de diversos países, como Canadá, Suécia, Reino Unido, Estados Unidos e Chile, além de especialistas do Brasil, entre as atividades programadas está uma visita ao Museu Nacional/UFRJ para que os participantes vejam as ações para a reconstrução do museu, que sofreu um grande incêndio no ano passado, além de um fórum especializado para apresentar recomendações significativas sobre a redução do risco de incêndios no patrimônio cultural.

O evento é voltado para gestores da área de patrimônio, agências nacionais de proteção contra incêndios, diretores de museus, profissionais de museus, educadores de museus e patrimônio e áreas correlatas. O evento terá transmissão online e poderá ser acompanhado através das redes sociais do Instituto Brasileiro de Museus.

O Seminário Internacional ‘Patrimônio em chamas: gestão de riscos de incêndio para o patrimônio cultural” é organizado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Conselho Internacional de Museus (Icom Brasil), Centro Internacional de Estudos para a Conservação e Restauro de Bens Culturais (ICCROM), em parceria com o British Council, Museu Nacional/UFRJ, representação da Unesco no Brasil e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

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Ibram recebe a Caravana Matchfunding BNDES+ Patrimônio Cultural

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Na terça-feira (18), o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a plataforma Benfeitoria realizaram a apresentação do programa Macthfunding BNDES + Patrimônio Cultural. O evento, que aconteceu no auditório do Ibram, reuniu cerca de 30 participantes relacionados ao setor cultural.

O programa vai selecionar projetos que envolvam patrimônios federal, estadual ou municipal de bens móveis e imóveis; processo de tombamento de bens móveis e imóveis aprovado, pelo menos, no nível do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) regional; premiação ou menção honrosa pelo Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade do Iphan; premiação nos editais Pontos de Memória do Ibram; registro como “Memória do Mundo” da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) nos níveis mundial, nacional ou regional; listagem do acervo bibliográfico de obras raras no Catálogo do Patrimônio Bibliográfico Nacional gerido pela Biblioteca Nacional; declaração do acervo arquivístico privado como de interesse público e social do Conselho Nacional de Arquivos (Conarq) e acervos memoriais pertencentes a museus públicos federais ou a arquivos públicos federais, estaduais ou municipais.

Como pré-requisito, as iniciativas precisam se enquadrar em pelos menos uma das categorias abaixo:

● Promoção e Inclusão: ações de promoção de um patrimônio e transmissão de conhecimentos tradicionais a um novo público; benfeitorias ou ações de inclusão que tornem o patrimônio mais acessível e democrático e ações de impacto perene voltadas ao turismo ligado ao patrimônio cultural brasileiro.
● Inovação e Tecnologia: instalações, aplicativos e jogos digitais, novas tecnologias ou conteúdos que melhorem a experiência e o engajamento do público com o patrimônio ou que o torne ainda mais atraente, contemporâneo e/ou com mais valor turístico.
● Educação e Inspiração: cursos, oficinas e/ou eventos de formação (online ou presencial) de profissionais que trabalhem com patrimônio; ações e conteúdos educativos que promovam o engajamento do público com o patrimônio.
● Preservação e Memória: restauros, reformas, ações de conservação e cuidado do patrimônio; iniciativas de registro e reconhecimento que preservem a memória do patrimônio, como documentários, prêmios e cartografias.

Leia mais aqui.

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Museu Regional de Caeté recebe Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros

Foto de Caeté

O Museu Regional de Caeté/Ibram recebeu o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) expedido pelo Corpo de Bombeiros do Estado de Minas Gerais. Segundo o certificado, a edificação do Museu possui as medidas de segurança previstas na legislação estadual de Segurança Contra Incêndio e Pânico vigente, a lei 14.130/2001. O auto de vistoria foi emitido na data de 13/05/2019 e a data de validade é de 13/05/2022.

Atendimento à recomendação do Ministério Público de Minas Gerais

Em cumprimento à recomendação n° 74, de 31 de outubro de 2018, do Ministério Público de Minas Gerais (MPF), o Museu Regional de Caeté recebeu orientação do MPF para que tivesse a aprovação do corpo de bombeiros no tocante ao Plano de Prevenção e Proteção contra incêndio e pânico a fim de que a unidade museológica recebesse o AVCB. As recomendações destacaram que os acervos do Museu constituem patrimônio cultural brasileiro de referência à identidade, à ação e à memória dos diferentes grupos da sociedade brasileira.

Reabertura do museu

Após seis anos de reforma estrutural, o Museu retomou seu funcionamento no dia 18 de maio deste ano. Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o imóvel teve suas paredes de adobe refeitas. Além da reforma na estrutura física, houve a implantação de uma reserva técnica, que é uma área destinada a garantir a preservação dos objetos do acervo que não estão em exposição, bem como a instalação de equipamentos de prevenção e combate a incêndio. A restauração do Museu custou R$ 2,7 milhões e foi custeada pelo Fundo Nacional de Cultura.
Repleto de mobiliário de época e objetos de cultura popular, o Museu conta a história da formação da região de Caeté, sua religiosidade e os modos de vida dos séculos XVIII e XIX.

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Museu do Diamante recebe a exposição ‘Mestres Calceteiros: a história não contada’

Foto do calceteiros - 1

Nesta quarta-feira, dia 19, o Museu do Diamante/Ibram recebe a exposição “Mestres Calceteiros: a história não contada”.

O evento, desenvolvido pelos estudantes Kleber Lopes e Letícia Derigo sob a orientação da antropóloga da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Macuri (UFVJM), Ana Flávia Figueiredo, visa divulgar uma exposição fotográfica das manifestações artísticas cravadas nas pedras durante o processo de calçamento das vias do município de Diamantina.

Na exposição, serão apresentadas  25 fotos tamanho 20×30 do calçamento e uma breve introdução sobre a profissão e as condições de trabalho dos calceteiros, além de um documentário seguido de uma roda de conversa sobre o tema.

A mostra, que ficará exposta no Museu até o dia 7 de julho, se justifica pelo registro da memória do calçamento de pedras das ruas da cidade perante a sociedade diamantinense, promovendo o debate e a apropriação desse bem pela comunidade local.

Informações sobre a exposição aqui.

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Festival de Esculturas do Rio chega ao Museu Nacional de Belas Artes

Exposição do MNBA 2 - 17.06.2019

Com a participação de artistas nacionais e internacionais, o Festival de Esculturas do Rio chega à sua quarta edição. O evento ficará exposto em quatro centros culturais do Rio de Janeiro, são eles: Casa França-Brasil, Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), Centro Cultural Correios e Paço Imperial.

O festival no MNBA

Inaugurado no MNBA dia 15 de junho, o festival, idealizado pelo produtor e curador Paulo Branquinho, tem o propósito de promover o intercâmbio entre artistas de diversas gerações, origens e linguagens, além de oferecer ao público sensações visuais, táteis e sonoras, proporcionadas pelas esculturas e instalações apresentadas.
A exposição ficará disponível no Museu até 22 de setembro e funcionará de terça-feira a sexta-feira das 8h às 18h. Aos sábados, aos domingos e feriados das 13 às 18h. A entrada inteira custa R$ 8, sendo gratuita aos domingos.
Para a elaboração das esculturas, foram utilizadas como matérias-primas  madeira, plástico, aço, cerâmica e alumínio.
Nas mãos dos artistas Ângelo Venosa (RJ), Boris Romero (Uruguai), Cris Cabus (RJ), Dudu Garcia (RJ), Frida Baranek (RJ), Hans Hoge (Alemanha), Jesper Neergaard (Dinamarca), Lorena Olivares (Chile), Marcos Cardoso (RJ) e Susana Anágua (Portugal), as esculturas dão forma a abordagens sociais, inspirações da natureza, sentimentos e sensações.
Mais informações do festival aqui e por meio do telefone (21) 3299-0638.

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‘Eternos caminhantes’ é principal atração de exposição na Alemanha

Eternos_caminhantes_Segall

O óleo sobre tela Eternos caminhantes (1919, 138 x 184 cm), do artista lituano naturalizado brasileiro Lasar Segall (1889-1957), é a principal atração de exposição que a Städtische Galerie, da cidade de Dresden (Alemanha) abriu ao público no último sábado (15). O quadro integra o acervo do Museu Lasar Segall.

A mostra “Sinal para um novo início! O Centenário da Secessão de Dresden – Grupo 1919” (“Signal zum Aufbruch! 100 Jahre Dresdner Sezession – Gruppe 1919”) celebra o centenário do importante acontecimento na história da arte do século XX ocorrido em Dresden, cidade que foi essencial para a formação de Lasar Segall e onde o artista deixaria sua marca.

A Secessão de Dresden reuniu, no período efervescente e cheio de incertezas que a Alemanha viveu após a Primeira Guerra Mundial, um grupo de artistas engajados na busca de uma arte “interiormente verdadeira” e com preocupações sociais. À época, o cenário artístico de Dresden era mais fértil que o da própria capital alemã, Berlim.

Em busca de uma renovação artística e de valores, o grupo valorizava as artes gráficas, com destaque para a xilogravura e sua função como panfleto. Lasar Segall, que mudou-se para Dresden em 1910, onde frequentou a academia de artes local, foi um dos fundadores do grupo. A Secessão de Dresden já foi tema de exposição no Museu Lasar Segall.

“Sinal para um novo início! O Centenário da Secessão de Dresden – Grupo 1919” reunirá de novo em Dresden 80 pinturas e trabalhos em papel de doze artistas. A ideia, segundo os organizadores, é fechar um vazio na história da arte da cidade, já que poucas das obras produzidas pelos “secessionistas” permaneceram em Dresden até hoje, e despertar a consciência sobre o papel da arte durante mudanças políticas de grande relevo no século XX.

A obra

O quadro Eternos caminhantes tem, como os emigrantes que homenageia, uma vida repleta de aventuras dramáticas. Adquirida pelo Museu da Cidade de Dresden pouco após ser pintada por Segall, a tela – primeira obra de arte moderna incorporada pelo museu alemão – foi confiscada do local em 1933 após a ascensão do nazismo ao poder e exibida em Munique em 1937, junto a obras de outros expressionistas, na célebre Exposição de Arte Degenerada, que pretendia desqualificar a arte moderna.

Desaparecido durante anos, o quadro foi reencontrado apenas em 1954 no sótão de um ex-oficial nazista e adquirido em leilão na França para o acervo do Museu Lasar Segall em 1958, quando veio para o Brasil. Falecido em 1957, o artista nunca tornaria a rever a obra.

“Eternos caminhantes é uma das peças-chave, estará no centro de nossa apresentação”, explicou ao Museu Lasar Segall o diretor da Städtische Galerie, Gisbert Porstmann. Além do quadro, a exposição também exibirá as obras Retrato de Paul Ferdinand Schmidt, Retrato feminino de Mary Wigman, Autorretrato II e Criança morta, todas datadas de 1919 e pertencentes ao acervo do Museu Lasar Segall, que fez o empréstimo temporário. A mostra ficará em cartaz em Dresden até 15 de setembro. Saiba mais

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Ampliado até 30 de junho o prazo de inscrições para o 10º Prêmio Ibermuseus de Educação

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Foram prorrogadas até o dia 30 de junho as inscrições para o 10º Prêmio Ibermuseus de Educação. Museus e instituições culturais que trabalhem com educação estão convidados a participar da convocatória.

O Prêmio é realizado como parte das ações do Ibermuseus para o reconhecimento e fomento de projetos educativos em museus, incentivando seu papel como agentes de transformação social e sua contribuição ao desenvolvimento sociocultural e econômico das comunidades onde estão inseridos.

A participação é gratuita e aberta a instituições culturais, educativas e afins da comunidade ibero-americana, que podem inscrever-se em duas categorias: a primeira reconhece projetos já realizados ou em fase de execução; e a segunda fomenta a realização de novos projetos.

Serão distribuídos US$ 75.000 em oito prêmios. O primeiro lugar na Categoria I receberá US$ 15 mil, o segundo, US$ 7 mil e o terceiro, US$ 3 mil. Os cinco vencedores da Categoria II receberão US$ 10 mil cada. Além disso, 17 projetos receberão menção honrosa na Categoria I. Todos serão integrados ao Banco Ibermuseus de Boas Práticas.

A inscrição de projetos deve ser realizada através da plataforma http://convocatorias.ibermuseos.org/pt/. O regulamento da convocatória se encontra disponível em www.ibermuseos.org.

 

Agendas

A arte da pirografia

O quê: O Memorial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) recebe a exposição “A Arte da Pirografia”, do artista plástico José da Silva. Este é formado em História pela Universidade Estadual do Centro-Oeste e autodidata na arte da pirografia. A técnica consiste em empregar os conhecimentos básicos de artes visuais em diversas superfícies como o couro, a madeira e o tecido, utilizando-se o pirógrafo para queimar o material e assim formar as imagens.
Quando: de 24/06 a 12/07 das 12h às 19h
Onde: Espaço Cultural do TJDFT – 10° andar do Bloco A, na ala A, do Fórum de Brasília (Brasília-DF)
Informações: memoria@tjdft.jus.br

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Som e Luz em Corpos

O quê: O espetáculo consiste na apresentação de coreografia para o texto e a música do tradicional Som e Luz, com bailarinos intervindo no cenário natural do sítio histórico onde está situado o Museu das Missões. Odailso Berté é o diretor geral dessa nova montagem. Os professores Mônica Borba e Crystian Castro, docentes dos Cursos de Dança da UFSM, são os diretores artísticos e criadores da nova coreografia. Estudantes dos cursos de Dança da UFSM farão parte do corpo de baile do espetáculo.
Quando: 20, 21 e 22 de junho, às 20h.
Onde: Museu das Missões (Sítio Histórico de São Miguel Arcanjo – São Miguel das Missões/RS)
Informações: 3381-1291 | https://www.facebook.com/pg/museu.missoes/about/?ref=page_internal

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Cristãos-Novos na Colonização de Minas Gerais

O quê: O Museu da Inconfidência, em parceria com o Museu da História da Inquisição, propõe uma programação temática em torno do tema, com a apresentação da peça teatral “A Estrela de Ouro das Minas Gerais”, realização de palestra, lançamento do livro “Judeus e Cristãos-Novos em Vila Rica no Século XVIII, além da exposição itinerante do Museu da Inquisição.
Quando: 22 de junho, às 16h30.
Onde: Museu da Inconfidência (Praça Tiradentes, Centro | Ouro Preto – MG)
Informações: https://www.facebook.com/museudainconfidencia/

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Lançamento do livro ‘Histórias do Rio de Janeiro em 45 objetos’

O quê: Publicado pela Editora FGV em parceria com a Jauá Editora, e com apoio da Faperj, a publicação organizada por Isabel Lenzi, Marize Malta e Paulo Knauss convoca o leitor a mergulhar na história da cidade. Cada capítulo do livro aborda um objeto que serve a um recorte temático sobre uma época ou aspecto da história e da cultura da cidade do Rio. Da saia de Carmen Miranda a uma roleta de jogo do bicho; da trave da forca de Tiradentes ao pince-nez de Machado de Assis; de um vaso tupinambá a um fragmento da Perimetral, todas as peças fazem parte de coleções de instituições de memória cariocas. Na ocasião, os organizadores, editores e autores realizam uma conversa sobre o livro e exibem a edição digital do livro. A versão impressa estará à venda no local. O evento é gratuito.
Quando: 24 de junho, às 16h30.
Onde: Museu Histórico Nacional – auditório (Praça Marechal Âncora, s/nº | Rio de Janeiro – RJ).
Informações: https://www.facebook.com/events/317544805850727/

 

Cursos e oficinas

Seminário de Prevenção e Gerenciamento de Riscos para o Patrimônio Cultural

O quê: O Grupo de Trabalho do Patrimônio do Ministério da Cidadania vai organizar o seminário de Prevenção e Gerenciamento de Riscos para o Patrimônio Cultural. O evento propõe realizar ações em gestão de riscos para acervos culturais, assim como promover a prevenção do patrimônio cultural brasileiro.
Quando: Terça-feira, 25 de junho, das 14h às 16h
Onde: Esplanada dos Ministérios, Bloco A, Auditório do Subsolo (Brasília-DF)
Informações: gtpatrimonio@cidadania.gov.br

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Workshop Internacional Espaços de Memória e Cultura

O quê: Em sua quinta edição, o Workshop é organizado pelo Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo, pelo Museu da Pessoa, com consultoria do pesquisador Mathieu Viau – Courville. O evento é uma oportunidade para o debate transversal sobre como museus, espaços de memória e cultura podem promover diálogos a respeito dos direitos humanos, da cidadania e da diversidade nas cidades. Ao final do evento, serão apresentadas formulações coletivas de recomendações, diretrizes e métodos de campo destinados a promover as melhores práticas eticamente responsáveis dos museus e espaços de cultura e memória.
Quando: De 1 a 6 de julho de 2019.
Onde: Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo (Rua Dr. Plínio Barreto, 285 - 4º andar - Bela Vista | São Paulo – SP).
Informações: sescsp.org.br/cpf | (11) 3254-5600