Boletim eletrônico Nº 742 - Ano XVI - 28 de junho a 5 de julho de 2019

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Ibram lança Caderno Explicativo sobre a Declaração de Interesse Público

dip

O Instituto Brasileiro de Museus disponibilizou nesta segunda-feira (8) o Caderno Explicativo sobre a Declaração de Interesse Público (DIP). Com um texto sucinto e direto, o Caderno disponibiliza os fundamentos normativos e conceituais básicos, que definem e consolidam a Declaração de Interesse Público.

Regulamentada pela a Resolução Normativa Nº 2, de 29 de maio de 2019, a Declaração de Interesse Público (DIP) é um dispositivo legal voltado à proteção de bens culturais musealizados ou passíveis de musealização, de propriedade pública ou particular, cuja proteção e valorização, pesquisa e acesso à sociedade representem valor cultural de destacada importância para o país, respeitada a diversidade cultural, regional, étnica e linguística.

Qualquer pessoa de direito público (municipal, estadual, distrital ou federal) ou privado, pode solicitar a Declaração de Interesse Público junto ao Ibram, A Resolução Normativa n° 02 estabelece os procedimentos para a sua solicitação.

Acesse aqui o Caderno Explicativo sobre a Declaração de Interesse Público (DIP).

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Ibram e Diocese de Goiás revisam o termo de cessão do Museu de Arte Sacra da Boa Morte

Santana Mestra_restaurada em 2016

Na terça-feira (2), o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e a Diocese de Goiás realizaram uma reunião para tratativas de revisão do termo de cessão do Museu de Arte Sacra da Boa Morte. Participaram da reunião a Procuradora Chefe do Instituto Brasileiro de Museus, Drª Eliana Sartori, o Diretor do Museu de Arte Sacra da Boa Morte, Tony Boita, a Diretora Substituta do museu, Tatielle Brito Nepomuceno, e representando a Diocese de Goiás, o Bispo Dom Eugênio Rixen, além dos representantes do Conselho Diocesano, Antolinda Borges, Marlene Velasco, Elder Camargo e Heber Rezende.

Na reunião, foi discutida a revisão do termo de cessão entre as partes, buscando do aprimoramento do diálogo e em respeito às dinâmicas de ambas as instituições. Segundo o Diretor do Museu de Arte Sacra da Boa Morte, Tony Boita, “a reunião fortalecerá as ações estratégicas do Ibram, visando a difusão, educação, pesquisa e preservação do acervo de arte sacra, além de, estimular e garantir as manifestações religiosas, de devoção e fé na Cidade de Goiás. Com a revisão do termo de cessão, o Ibram terá maior autonomia para gerir e desenvolver ações definidas na lei 11904/2009”.

Desde sua criação, o Museu de Arte Sacra da Boa Morte pertenceu Diocese de Goiás. Em 2009, a partir da lei 11906 e mediante a um termo de cessão, passou a ser vinculada ao Instituto Brasileiro de Museus. Com o termo de cessão, o Ibram passou a preservar, conservar, documentar, proteger e guardar os bens culturais musealizados, graças a um investimento anual médio de R$333.097,08, de orçamento garantido pela União.

No dia 12 de junho, o Museu de Arte Sacra da Boa Morte/Ibram recebeu o Certificado de Conformidade expedido pelo 12° Batalhão do Corpo de Bombeiros do Estado de Goiás. A vistoria apontou, o Museu atende às normas de segurança contra incêndio e pânico, bem como apresenta regularidade quanto à sinalização dos extintores, às saídas de emergência e às instalações elétricas. Tal ação resultou da orientação do Ministério Público de Goiás (MPF) para que o Museu obtivesse a aprovação dos bombeiros quanto ao Plano de Prevenção e Proteção contra incêndios e pânicos, e foi conquistada graças ao trabalho coordenado entre Ibram, Iphan e Corpo de Bombeiros do Estado de Goiás.

O Museu de Arte Sacra da Boa Morte foi fundado em 1968 e aberto ao público em 1969, motivo de comemoração dos 50 anos do museu em outubro deste ano. Na sua criação, o Museu absorveu o acervo do antigo Museu da Cúria e ocupou a antiga Igreja da Boa Morte. Ainda hoje, tais peças são utilizadas em eventos religiosos da cidade.

Seu acervo é constituído por mais de 900 peças, entre esculturas de arte sacra, objetos religiosos, pratarias e indumentárias religiosas dos séculos XVIII e XIX. Inicialmente, o acervo foi adquirido através de compra de 20 peças de um antiquário feita por Dom Cândido; com seu falecimento, as coletas continuaram, mas desta vez pelo seu substituto, Dom Abel Camelo. No conjunto, destacam-se as peças de arte sacra feitas por José Joaquim da Veiga Valle.

Diante de um acervo sacro-cristão, o Museu de Arte Sacra da Boa Morte visa contribuir para a promoção da dignidade humana, universalização do acesso e respeito à diversidade cultural e religiosa e, em 2018, recebeu um público de 13.726 pessoas, com visitação aquecida por diversas ações voltadas ao público escolar.

Foto: imagem de Santana Mestra, restaurada em 2016 graças a atuação do Ibram.

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Museu Histórico Nacional adquire duas obras do artista Décio Rodrigues Villares

MHN

Na quarta-feira (03), o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) recebeu duas novas pinturas do artista carioca Décio Rodrigues Villares (1851-1931), reforçando a presença do artista na coleção e o diálogo com a exposição de longa duração do MHN. As obras incorporadas ao acervo do Museu foram adquiridas pela Associação de Amigos do Museu Histórico Nacional (AAMHN) e patronos, em leilões de arte no Rio de Janeiro e em São Paulo.

A obra "Alegoria da Exposição Internacional do Centenário da Independência de 1922" foi encomendada para homenagear o pavilhão norte-americano presente na exposição internacional daquele ano. Em breve, a peça será exposta na sala “Cidadania em construção”, onde se encontram outros itens relacionados ao período republicano e a exposição de 1922.

Já a tela em pequeno formato “Tiradentes”, do início do século 20, é uma segunda obra de Villares na nossa coleção que retrata o mártir da Inconfidência Mineira. Com as duas novas aquisições, o MHN passa a ter nove itens de Décio Villares em seu acervo – entre pinturas e esculturas.

Décio Villares foi pintor, escultor e caricaturista. Formado pela Academia Imperial de Belas Artes, envolveu-se com questões caras ao Positivismo, especialmente a partir de 1888. No ano seguinte, participou da concepção da bandeira do Brasil republicano. Após a sua morte, um incêndio em seu ateliê destruiu grande parte de suas obras.

Museu Histórico Nacional fica na Praça Marechal Âncora s/n°, no Centro do Rio de Janeiro  (RJ) e esta aberto ao público de terça a sexta-feira, das 10h às 17h30, e aos sábados, domingos e feriados, das 13h às 17h.

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Casa dos Ottoni recebe exposição que reúne Chica da Silva e Joana D’Arc

Exposição Chica da Silva recebe Joana D'arc

O Museu Regional Casa dos Ottoni/Ibram recebe, entre os dias 2 de julho a 25 de agosto, a exposição temporária “Chica da Silva recebe Joana D’Arc: memórias que se cruzam no Caminho de Saint-Hilaire”.

Segundo a professora de história medieval da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e curadora da exposição, Flávia Amaral, a mostra dos registros das viagens pelo Brasil do botânico francês, Auguste de Saint Hilaire, pretende unir as cidades de Diamantina, Serro e Conceição do Mato Dentro, no Brasil, e a cidade de Orléans, na França.

Quem foi Auguste de Saint Hilaire

Saint’Hilaire nasceu em 1779 na cidade de Orléans, na França. Chegou ao Brasil em 1816 para realizar seus estudos e enviar amostras da flora local para os museus franceses. Como botânico, ele se interessava pelas formas e processos de ocupação e de exploração das terras, pelas produções agrícolas, pelo comércio e pelos costumes de diferentes populações.

Durante a viagem, ele percorreu os seguintes estados: Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Dentre os vários locais visitados, estão as cidades de Serro, Diamantina e Conceição do Mato Dentro.

Em sua passagem pelo Brasil, fez observações sobre a natureza nas antigas províncias da região sudeste. Também recolhia informações sobre o uso que os brasileiros faziam das plantas na medicina e alimentação, enriquecendo seus relatos com detalhes da cultura, geografia e antropologia dos lugares. Sua primeira obra foi “Viagem do Rio a Minas Gerais”, publicada em 1830.

Chica da Silva

Filha de um relacionamento extraconjugal do português Antonio Caetano de Sá e da escrava Maria da Costa, Francisca da Silva é uma das personagens populares na história do Brasil. Mulata e escrava, foi libertada por solicitação do contratador de diamantes, João Fernandes de Oliveira, uma das pessoas mais ricas à época no Arraial do Tijuco, atual Diamantina.

Chica da Silva, após ter sido alforriada por João Fernandes de Oliveira, viveu como uma senhora rica e importante. Promovia festas em sua casa e ajudava a patrocinar as igrejas locais. Juntos, o casal teve treze filhos e todos receberam o sobrenome do pai e boa educação.

Como explica a curadora da exposição, Flávia Amaral, Chica da Silva é a matriz nacional da feminilidade negra e esse padrão estético ainda marca o imaginário publicitário. Ainda segundo Flávia, o problema do estereótipo é que ele cria realidade e fixa imagens. “Combater esses estereótipos, penso, faria emergir variadas experiências de vivência das mulheres negras”, conclui.

Para Flávia, a tentativa de branqueamento acompanhou os descendentes de Chica e o destino de seus filhos foi paradoxal. Houve ocasiões em que a fortuna que herdaram, assim como a importância do pai e dos ascendentes paternos, foram determinantes. Em outras, a cor que herdaram da mãe e sua condição de ex-escrava pesaram negativamente. “Por mais fluida que parecesse ser, a sociedade em que viviam ainda valorizava a situação de nascimento, estigma que era transferido por diversas gerações”, afirmou a curadora da exposição.

Mais informações sobre a exposição aqui.

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Paraty e Ilha Grande agora são patrimônios da humanidade

1306Museu de arte Sacra de Paraty_foto HENRIQUE CARVALHO

A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) decidiu hoje (5) inscrever Paraty e Ilha Grande, no sul do Estado do Rio de Janeiro, como patrimônio mundial da humanidade. O sítio inclui o centro histórico de Paraty e as reservas de Mata Atlântica da região da Baía da Ilha Grande, como a Serra da Bocaina e a própria Ilha Grande.

Esse é o primeiro sítio de patrimônio misto do Brasil, que inclui bens culturais e naturais. Dos mais de mil patrimônios mundiais, apenas 39 locais, em 31 países, são sítios mistos. Paraty e Ilha Grande se juntam a outros 21 patrimônios mundiais da humanidade brasileiros, dos quais sete são naturais e 14 são culturais.

A lista de patrimônios do país inclui Ouro Preto (MG), Olinda (PE), São Luís (MA), Cidade de Goiás (GO) e Salvador (BA), o Plano Piloto de Brasília, o Pantanal, as ilhas de Fernando de Noronha e Atol das Rocas, o Parque Nacional do Iguaçu (PR), as Paisagens Cariocas (RJ) e o Cais do Valongo (RJ).

Museus Ibram na região

Instalado na Igreja de Santa Rita, o Museu de Arte Sacra de Paraty tem como objetivos a pesquisa, o estudo e a divulgação do seu acervo, testemunho histórico guardado por sucessivas gerações de paratyenses. As peças do seu acervo são provenientes das irmandades religiosas e de três igrejas de Paraty: Nossa Senhora dos Remédios, Nossa Senhora do Rosário, Nossa Senhora das Dores, além dos Passos da Paixão e capelas da zona rural.

Já o Museu Forte Defensor Perpétuo foi construído no Morro da Vila Velha ou Ponta da Defesa em 1793. Com o declínio econômico de Paraty, ficou em ruínas até 1822, quando foi reconstruído e recebeu o nome atual em homenagem a Dom Pedro I, Imperador e Defensor Perpétuo do Brasil. Atualmente, o casario apresenta seu interior autêntico, preservando três áreas distintas: a Casa do Comandante, o Quartel da Tropa e o Quartel dos Inferiores.

Festa de Santa Rita

A tradicional festa de Santa Rita acontece desde quando a igreja foi fundada, em 1722. Nos dias da festa, o Museu de Arte Sacra de Paraty volta a abrigar as missas, ladainhas e solenidades dedicadas à “advogada das causas impossíveis”, codinome dado a Santa Rita por seus fiéis e devotos.

Este ano, a festa reunirá, de 12 a 21 julho, os moradores das regiões próximas à cidade, a população local e os visitantes, integrando as comunidades.

A Festa de Santa Rita, busca resgatar aspectos tradicionais em sua realização. Ela acontece no Largo de Santa Rita e mantém seu aspecto de quermesse tradicional com uma dimensão menor e mais aconchegante em relação às outras festas religiosas do Centro Histórico, durante o seu segundo fim de semana (20 e 21 de julho).

 

Agenda

2ª Caminhada Olfativa no MNBA

O quê: A Associação Nacional de Belas Artes e o Museu Nacional de Belas Artes organizam a 2ª Caminhada Olfativa pela exposição “Diários de cheiros: Affectio”. A mostra faz parte do Projeto Ver e Sentir que acessibiliza e democratiza a arte no espaço museológico. A proposta, que tem o objetivo de oferecer ao público experiência olfativa, se estende a percorrer as coleções permanentes identificando diálogos entre o mapa do que já existe e do que é novidade coexistindo nesses espaços.
Quando: 06 de julho, às 15h
Onde: Museu Nacional de Belas Artes (Avenida Rio Branco 199, Cinelândia | Rio de Janeiro – RJ)
Informações: https://www.facebook.com/events/389489088352868/?active_tab=about

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Residência Artística Território Livre na Universidade de Brasília

O quê: A Diretoria de Difusão Cultural (DDC) da Universidade de Brasília (UnB), em parceria com a Associação dos Docentes da Universidade de Brasília (ADUnB), torna pública a Convocatória para uma Residência Artística Território Livre. A residência tem como propósito provocar o debate e a produção artística, tendo como tema a história da UnB  durante o período do regime militar. As inscrições estão abertas para a comunidade interna e externa à comunidade acadêmica.
Quando: 04 de junho a 22 de julho de 2019
Onde: Campus Universitário Darcy Ribeiro, Asa Norte | Brasília - DF
Informações: http://dex.unb.br/arte-e-cultura/residencias-artisticas/category/195-residencia-territorio-livre

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Projeto Itinerante do Museu dos Brinquedos

O quê: O Museu Brasileiro do Futebol, o Movimento Belo Horizonte pela infância e a Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig) irão realizar o “Projeto Itinerante do Museu dos Brinquedos”, que estimula crianças a montar, com criatividade e diversão, brinquedos a partir de materiais reciclados e de baixo custo. Para valorizar a cultura lúdica da infância e o contato com a música e a literatura, uma das atrações será a exposição “Tempo será – Histórias e memórias do brincar”. A mostra irá apresentar 150 brinquedos de diferentes épocas e culturas que contam a história da sociedade, valorizando a importância do brincar.
Quando: 12 de julho a 22 de agosto, das 9h às 17h
Onde: Museu Brasileiro do Futebol (Av. Coronel Oscar Paschoal, s/n, - Pampulha| Belo Horizonte – MG)
Informações: (31) 3146 9633 | museudosbrinquedos.org.br

 

Cursos e oficinas

Projeto de Ações Formativas para a educação

O quê: A entidade cultural Afoxé Omim Sabá, em parceria com o Museu da Abolição/Ibram e o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Federal de Pernambuco, irá realizar o Projeto de Ações Formativas voltadas para a educação. O evento propõe discutir o espaço urbano ressignificado pelos (as) afro-brasileiros (as) com suas experiências, culturas, lutas e resistências.
Quando: 16 a 18 de julho, das 14h às 17h
Onde: Museu da Abolição ( Rua Benfica, 1150, Madalena | Recife -PE)
Informações: http://abre.ai/acaoformativaafoxeomimsaba

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7° Simpósio sobre Patrimônio Material e Imaterial

O quê: O Departamento de Patrimônio Histórico (DPH), a Unidade de Gestão de Cultura de Jundiaí (UGC) e a Faculdade de Tecnologia de Jundiaí realizam o 7° Simpósio sobre Patrimônio Material e Imaterial cujo tema é o “Patrimônio histórico e cultural e o desenvolvimento regional sustentável”. O evento pretende promover e divulgar pesquisas e relatos de experiências na área do patrimônio cultural a partir de temáticas relacionadas à memória, à identidade, à cidadania e ao desenvolvimento integrado sustentável. Espera-se atrair a participação de pesquisadores, estudantes, gestores e a sociedade civil em geral para produzir e compartilhar conhecimentos e ideias relacionadas aos modos de preservação, proteção e valorização do que se tem convencionado designar como patrimônio material e imaterial.
Quando: De 22 a 24 de agosto, das 8h às 18h.
Onde: Fatec (Av.União dos Ferroviários, 1760, Centro | Jundiaí/SP)
Informações: (11) 4585-9750 | dphc@jundiai.sp.gov.br

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Caravana BNDES+ Patrimônio, em Porto Alegre

O quê: Workshop gratuito de inspiração e cocriação de projetos para o Matchfunding BNDES+ Patrimônio, o edital que vai triplicar a arrecadação de projetos de crowdfunding que deixem legado para nossos Patrimônios Culturais. Quer conhecer esta iniciativa e entender como o crowdfunding e o Matchfunding podem ser potentes para seu projeto? Então chega+ e ainda saia com várias ideias para inscrever no edital! As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas até 8/7 em https://benfei.to/BNDES_CaravanaPOA
Quando: 9 de julho, de 10h às 18h.
Onde: Museu de Arte do Rio Grande do Sul – MARGS (Praça da Alfândega, s/n° Centro | Porto Alegre - RS)
Informações: https://benfeitoria.com/canal/bndesmais

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HiperMuseus 2019

O quê: O programa HiperMuseus 2019, idealizado pelo Museu Vivo, pela  Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro,  pela Superintendência de Museus da Secretaria de Estado de Cultura e pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), abre chamada pública para incentivar a articulação do setor museal por meio do acesso a metodologias e construção de estratégias e ações digitais. Além de propiciar a formação de profissionais que atuam em museus e centros culturais, a chamada pública propõe refletir sobre a atividade contemporânea dos museus e centros culturais em um ambiente virtual que repercute em seus ambientes presenciais. A seleção dos candidatos será realizada por uma comissão composta de representantes do Museu Vivo, do Oi Futuro, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro e demais parceiros do programa HiperMuseus.
Quando: 11 de junho a 12 de julho
Onde: https://www.hipermuseus.com/edital
Informações: https://www.hipermuseus.com/edital